Pão de sal, doce, recheado ou não: eles dão muito trabalho até chegar à mesa

Pode ser no início do dia ou no final da tarde. É difícil resistir àquele pão francês quentinho exposto nas gôndolas das padarias. O cheiro toma conta do ambiente e mesmo quem não está com muita fome consegue negar. Mas nessas horas ninguém se lembra do profissional que prepara o produto que ganha às mesas de todos os capixabas. Nesta quarta-feira (8) é celebrado o Dia do Panificador.

Eles são responsáveis por essas delícias: às vezes doces e outras vezes salgadas. E para chegar à casa do consumidor, o pão dá muito trabalho aos padeiros. O processo de fabricação é longo. São de cinco a seis horas de preparo. Começa com a massa pronta sendo colocada em uma máquina, que separa cada um com 50 gramas.

A partir daí, tem que modelar, esperar fermentar e colocar no forno. Um dos responsáveis por essa delícia é o padeiro Genilson Leite da Silva. Ele atua na área há 19 anos e começou na profissão meio sem querer. "Foi por acaso. Eu estava precisando de um serviço e vim até essa padaria e pedi. Consegui o trabalho e estou até hoje", conta.

Depois que vai para o forno, em 15 minutos, o pãozinho fica pronto. Para quem faz quase três mil unidades por dia, a maior satisfação é ver o produto parar na casa dos consumidores, sempre satisfeitos. "É uma sensação de alegria porque você vê que o pessoal está se alimentando e aprovando um produto que você faz", afirma.

E se engana quem pensa que consumidor acha pão tudo igual. Eles estão sempre atentos à qualidade do produto. "O pão tem que estar quente, crocante e ter sido preparado na hora. E não esquecer as condições de higiene do estabelecimento", disse a advogada Leandra Moulaz.


Fonte: Folha Vitória

 


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